Spelade
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Boa terça, angulers! Abrimos o #338 comentando a treta entre Michelle e Flávio. Familia Bolsonaro cada vez mais rachada. Também falamos sobre Jaques Wagner na mira da PF por recebimento de vantagens indevidas em troca de favorecimento ao Banco Master no Congresso.
No segundo bloco, momentos e emoções de copa do mundo, os terremotos na Venezuela, a situação de Cuba sem petróleo. Sirva-se!
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Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_
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Cortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
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Vídeos de gente fazendo as marmitas da semana, cozinhando o melhor feijão da vida ou apresentando um método infalível para alcançar o shape. Depois de clicar nessas postagens, o feed vira só uma enorme repetição desse tipo de conteúdo. O que acontece quando o nutricionismo chega em forma de notificação no celular que está aí, na palma da sua mão? Nesse episódio, te convidamos a refletir sobre o nutriverso, ambiente alimentar digital regido pelo poder dos algoritmos e da inteligência artificial do qual é quase impossível escapar.
A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos.
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Boa terça, angulers! Abrimos o #336 comentando o novo tarifaço imposto por Trump ao Brasil. Ao que tudo indica, vem aí em junho.
No segundo Globo, o caso Henry Borel, a condenação de Jairinho e o perdão judicial à Monique. Inacreditável.
Por fim, as tensões geopolíticas da copa do mundo já começaram! E as eleições presidenciais extremamente acirradas no Peru. Sirva-se!
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Este episódio tem versão em vídeo disponível no nosso YouTube e no tocador Spotify.
Notícias sensacionalistas sobre o El Niño deste ano vêm ocupando as manchetes. Mas de onde elas surgem? Quais as consequências disso para o manejo das mudanças climáticas e para o de desastres influenciados por esse fenômeno? A ciência perde confiança quando adota um tom exagerado, e pouco embasado em dados?
Os pesquisadores Pedro Ivo Camarinha (Cemaden) e Tércio Ambrizzi (IEE/USP) respondem essas perguntas e explicam o que realmente sabemos sobre o El Niño, e o que é especulação.
O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasil.
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Convidada: Adriana Carranca, escritora e jornalista, participou de coberturas especiais no Afeganistão e em outras regiões do Oriente Médio. Nas últimas semanas, o grupo fundamentalista que governa o Afeganistão publicou o documento intitulado "Princípios de Separação Entre Cônjuges", que muda a legislação sobre casamentos no país. Desse modo, uma tragédia comum nas regiões rurais foi oficializada como lei: o casamento infantil. Na prática, o Talibã derrubou a idade mínima para o casamento, que era de 16 anos: agora, meninas de até 9 anos já são submetidas ao matrimônio forçado. O texto estabelece ainda uma interpretação extrema de consentimento: o silêncio de uma "menina virgem" deve ser entendido como um “sim”. A medida é apontada por especialistas internacionais como a institucionalização do estupro infantil e da violência doméstica. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista e escritora Adriana Carranca, que já realizou coberturas in loco no Afeganistão. Nesta entrevista, Adriana explica a origem do Talibã e a ascensão de um regime ainda mais fechado a partir de 2021, e relata o horror pelo qual mulheres e meninas são submetidas por lá.
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Introverts are underrated. So says Susan Cain in her conversation with EconTalk's Russ Roberts about her book, Quiet. She explains why introversion isn't the same thing as shyness and she speaks of the many benefits of solitude and silent contemplation. They also discuss why modern schools and workplaces' obsession with extroversion is problematic, and the reasons for the shift from a culture of character to our current culture of personality. Cain concludes by sharing how the book has changed her own life and helped other introverts navigate a world that can't seem to stop talking.
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A chance run-in with a stranger that literally rewired our brain chemistry - in the best way. This week, we’re joined by casting director, human ray of sunshine, and the woman who truly has never met a stranger: Beverly Pomerantz, aka the queen of “womanfesting”. Beverly breaks down why talking to strangers might be the most underrated life hack, how to be more intentional with the words you speak over your life, and the philosophy of choosing joy that’s guided her for decades. We also get into why she’s never married (and never needed to), her solo travel adventures, and the reminder we all need: you can trust the timing of your life - even when it doesn’t make sense yet.
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Farmácias que vendem macarrão instantâneo e refrigerante juntinho de medicamentos. Hospitais que oferecem a quem está internado margarina de um lado – e brócolis molenga, de outro. Quando as farmácias começaram a vender de tudo no Brasil? Tem como esse cenário piorar se os mercados começarem a vender remédios? E comida de hospital? Sempre foi pavorosa? Precisa continuar sendo? Nesse episódio, a gente te convida a refletir: os espaços de cuidado em saúde são bons ambientes alimentares?
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Quem define que a água é um ativo financeiro? E que os alimentos podem ser transformados em commodity? Este episódio investiga e dá rosto a uma entidade misteriosa e de humor instável: o mercado. Nossos repórteres abordam como o boom de investimentos privados no setor tem efeitos dramáticos sobre a produção de alimentos e no combate às mudanças climáticas.
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Em 15 de março deste ano, a Agência Pública completou 15 anos de existência, fazendo jornalismo investigativo e independente. Para marcar essa trajetória, aconteceu em São Paulo o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.
Para quem não conseguiu participar dos debates ou gostaria de relembrar os melhores momentos, preparamos três episódios especiais com uma versão editada de cada mesa. Neste primeiro episódio, você confere “Guerra ao jornalismo”, com mediação da cofundadora da Pública, Natália Viana. Ela recebe Daniela Lima, jornalista do UOL, que recentemente esteve no centro de uma demissão polêmica da GloboNews; a jornalista e repórter da Folha de S.Paulo, Patrícia Campos Mello, que sofreu diversos ataques, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro, e a pesquisadora Nina Santos, hoje secretária adjunta de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência.
Ouça o episódio que está imperdível e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta Pública volta à programação normal.
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected].
Contamos com seu apoio! -
No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.
O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.
Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.
Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?
O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?
Mergulhe mais fundo
As regras da Guerra (link para compra)
Lembrança de Solferino
Episódios relacionados
52: A guerra de Mohsen
70: Os generais e o cerco a Brasília
157: Vinte dentes naturais
Entrevistado do episódio
João Paulo Charleaux
Jornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
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Refrigerante, salsicha, miojo, margarina, gelatina: a pura nata dos ultraprocessados desfila à solta pelas escolas brasileiras. Um espaço que deveria primar pela educação é o ponto de partida da nossa série especial sobre ambientes alimentares. Nossa equipe investiga o que já se sabe sobre o assunto e por que alguns estados e municípios estão proibindo ultraprocessados nas escolas – ou tentando: o lobby da indústria de alimentos se junta aos negacionistas da vacina de jacaré para tentar barrar avanços. Mas, afinal, na conversa sobre lucro, onde foram parar as crianças?
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Boa terça, angulers! Abrimos o #328 com a nova tentativa frustrada de acordo entre Irã e EUA e, agora, o plano de Trump de bloquear navios que estão pagando o “pedágio” ao Irã para cruzar o estreito de Ormuz. Além disso, comentamos a crise entre Trump e o Papa Leão XIV. No segundo bloco, um apanhado de assuntos na direção das eleições: avaliação do governo; estratégias para aumento de popularidade; Desenrola 2.0; demissão do presidente do INSS. Por fim, os pop-ups da semana: a prisão de Ramagem pelo ICE, nos EUA; a derrota de Orbán, na Hungria; e o Rio de Janeiro que segue sem decisão sobre a eleição para o mandato-tampão. Sirva-se!
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No sertão cearense, um empreendimento da mineração promete alavancar a produção brasileira de fosfato, matéria-prima de fertilizantes e ração animal. Mas tem um detalhe: esse fosfato virá do colofanito, rocha que tem urânio na composição. Quais são os riscos de contaminação do sistema alimentar com radioatividade?
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Convidada: Maria Cristina Fernandes, comentarista da GloboNews e da rádio CBN e colunista do jornal Valor Econômico. A operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (15), revelou que a dívida ativa do grupo Refit com a União e Estados ultrapassa os R$ 50 bilhões – Rio de Janeiro e São Paulo são as maiores vítimas. A refinaria é acusada de operar um complexo esquema de sonegação de impostos na venda de combustíveis. De acordo com a PF, o esquema liderado pelo empresário Ricardo Magro ganhou tração na gestão do ex-governador fluminense Cláudio Castro (PL), que assumiu o Palácio Guanabara em 2020. Segundo as investigações, a operação se espraiou pela máquina estadual, com tentáculos na Procuradoria-Geral, na Fazenda, no Judiciário e na Alerj. As conexões políticas de Magro garantem negócios para a Refit também em outros estados. É o caso do Amapá, onde a PF também investiga um escândalo que envolve benefícios tributários, suspeita de propinas e nomes do Centrão. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Maria Cristina Fernandes para explicar como o esquema da Refit nasceu, prosperou e se multiplicou nas últimas décadas. Maria Cristina liga todos os pontos da investigação e analisa como o caso impacta o mundo político.
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Na Zona Oeste do Rio de Janeiro, moradores de um quilombo decidem ocupar o espaço público e criar uma feira agroecológica. Não muito longe dali, um supermercado instalado dentro de um condomínio de alto padrão tem produtos frescos da horta e testa entrega por drones e pagamento por reconhecimento facial. Duas propostas aparentemente complementares de alimentação saudável abrem um abismo que expressa como o varejo alimentar reflete e estimula a desigualdade do espaço urbano. A partir do Rio de Janeiro, a pesquisadora Emilia Jomalinis reflete sobre como a predominância dos supermercados e o recente fenômeno dos atacarejos entram em conflito com os princípios do Guia Alimentar para a População Brasileira. Este episódio é fruto do edital de microbolsas criado por O Joio e O Trigo em decorrência dos dez anos do Guia Alimentar, com o apoio do Instituto Ibirapitanga.
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Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados. A cinco meses das disputas de 2026, o atual cenário político já é complexo e instável. Lula disputa sua possível última eleição em um contexto atravessado por guerras no mundo, crises econômicas e pela crescente desinformação nas redes sociais, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o bolsonarismo tenta reorganizar sua sucessão política em meio às incertezas sobre a possível candidatura de Flávio Bolsonaro, atualmente envolvido em escândalos e em disputas de narrativa em torno da própria realidade dos fatos.
O Pauta Pública desta semana mergulha neste cenário com um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Ricardo Kotscho. Na entrevista com a Andrea Dip, ele alerta que o debate público brasileiro vive uma crise que vai muito além dos nomes colocados na disputa presidencial. Kotscho analisa como a desinformação, a fragilidade das instituições e o esvaziamento da participação política ajudam a moldar o cenário atual do país, e destaca a importância do jornalismo no comprometimento com o futuro do país.
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Como uma fiscal do trabalho entediada se tornou uma das principais responsáveis pela proibição do amianto no Brasil? Como uma lei do estado de Goiás permite que a Sama (uma empresa do grupo Eternit) continue minerando este produto cancerígeno anos depois do banimento nacional?
Saiba mais sobre os microfones Shure Movemic Two.
Entrevistados do episódio
Fernanda Giannasi
Engenheira civil, fiscal do trabalho aposentada, pioneira do movimento que baniu o amianto no Brasil.
Ubiratan de Paula Santos
Médico assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Erica Barbosa Coutinho Freire Souza
Advogada, sócia do escritório Mauro Menezes &Advogados.
Ficha técnica
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Trilha sonora tema: Paulo Gama.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Edição de áudio: Matheus Marcolino.
Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
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Boa terça, angulers! Um #335 recheado de assunto! Abrimos comentando a votação histórica na câmara que aprovou o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho. O texto segue para votação no Senado, ainda sem previsão.
No segundo bloco, a visita de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, enquanto o ex-banqueiro ainda cumpria medidas cautelares após sua primeira prisão. Ainda no tema, Cláudio Castro foi alvo de operação que mira aportes em fundos do Banco Master. Além disso, o encontro de Flávio com Trump e a classificação do CV e do PC como organizações terroristas estrangeiras.
Por fim, uma passada no primeiro turno das eleições presidenciais da Colômbia e as dicas culturais da semana que incluem a turnê do Martinho da Vila e Martnalia, entre outras. Sirva-se!
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Os chamados “métodos naturais de contracepção” estão sendo instrumentalizados para potencializar um discurso que ataca os direitos reprodutivos e sexuais das mulheres. E isso manipulando dados científicos.
A jornalista Jéssica de Almeida mostra como uma lei local — a criação do Dia Municipal dos Métodos Naturais, em Belo Horizonte (MG) — é parte de uma estratégia maior, que vem ganhando espaço no Brasil. Este episódio é o primeiro da nossa chamada de pautas sobre as eleições de 2026.
O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que fomenta a ciência e a divulgação científica no Brasil.
Para participar do financiamento coletivo do Ciência Suja e conferir o material complementar do episódio, acesse o site: cienciasuja.com.br
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Nota da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte:
A Secretaria Municipal de Saúde informa que cabe à mulher a escolha do método contraceptivo. Nesse contexto, os profissionais de saúde devem atuar como facilitadores do processo, oferecendo informações claras, imparciais e atualizadas sobre os diferentes métodos disponíveis, incluindo eficácia, possíveis efeitos colaterais, contraindicações e modo de uso.
A Secretaria Municipal de Saúde esclarece ainda possui um protocolo de planejamento sexual e reprodutivo, que pode ser consultado no link: https://prefeitura.pbh.gov.br/sites/default/files/estrutura-de-governo/saude/2025/28-02-2025_smsa_planejamento-seuxual.pdf
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